Redução de taxa de importação não vai baixar preços do feijão, do arroz e da carne

Redução de taxa de importação não vai baixar preços do feijão, do arroz e da carne

Em mais uma ação eleitoreira, o governo de Jair Bolsonaro (PL) anunciou que vai diminuir em 10% a taxa de importação de diversos produtos, inclusive alimentos, como o feijão, o arroz e a carne, mas medida não ajuda o consumidor que vai continuar pagando caro pelos produtos. Os maiores beneficiados serão o importador, ou o comércio que vão aumentar suas margens de lucro, afirma o diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Fausto Augusto Junior.

Com Bolsonaro, gasolina já subiu 70%, e o óleo diesel, 90%, diz Ineep

Com Bolsonaro, gasolina já subiu 70%, e o óleo diesel, 90%, diz Ineep

Em três anos e quatro mês de governo Bolsonaro, o preço da gasolina aumentou cerca de 70% e o do óleo diesel, 90%. segundo dados de um levantamento divulgado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) nessa terça-feira (24).

Maioria dos trabalhadores conquista reajuste igual ou acima da inflação, em abril

Maioria dos trabalhadores conquista reajuste igual ou acima da inflação, em abril

A luta por melhores salários que recomponham pelo menos o índice da inflação tem sido árdua para os trabalhadores e trabalhadoras do país, que veem seu poder de compra cada vez mais corroído com a crise econômica aprofundada pelo desgoverno de Jair Bolsonaro (PL), que ainda tem a desfaçatez de defender mais perdas de direitos trabalhistas como forma de abrir vagas, argumento comprovadamente falso.

Prévia da inflação de maio atinge 0,59% e é a maior para o mês desde 2016

Prévia da inflação de maio atinge 0,59% e é a maior para o mês desde 2016

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor - Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, desacelerou para 0,59% em maio, após registrar 1,73% em abril, mas é a maior variação para um mês de maio desde 2016, quando o índice foi de 0,86%, segundo dados divulgados, nesta terça-feira (24), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Confira abaixo os vilões da inflação de maio e os itens que mais subiram.

Tá caro? É culpa de Bolsonaro. Ações contra carestia bombam nas redes e nas ruas

Tá caro? É culpa de Bolsonaro. Ações contra carestia bombam nas redes e nas ruas

Uma sacola do tipo que se leva supermercado com os dizeres “tá tudo Bolsocaro”; etiquetas estrategicamente colocadas nas prateleiras com "tá caro? culpa do Bolsocaro!" e cartazes colados em muros e postes como o mesmo mote são as “armas” que o consumidor encontrou para protestar contra o presidente Jair Bolsonaro (PL), que nada faz para conter a alta da inflação, ao contrário, investe em uma política econômica que atende os mais ricos e causa cada vez mais danos aos trabalhadores e aos mais pobres.

Liderança da Bahia no ranking do desemprego revela efeitos de um país desordenado

Liderança da Bahia no ranking do desemprego revela efeitos de um país desordenado

A Bahia lidera o ranking nacional de desemprego, segundo dados da Pesquina Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice de desempregados registrado nos três primeiros meses de 2022 na Bahia é 17,6% contra a taxa de 11,1% da média nacional.

Confira a lista dos 50 produtos que mais aumentaram em 12 meses até abril

Confira a lista dos 50 produtos que mais aumentaram em 12 meses até abril

A mais alta inflação para o mês de abril dos últimos 26 anos (1,06%) foi impactada pelos preços dos alimentos e bebidas, mas a gasolina foi o item que, sozinho, mais contribuiu para a disparada dos preços, com alta de 2,48%, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Inflação de 1,06% é a mais alta para abril desde 1996; alta em 12 meses é de 12,13%

Inflação de 1,06% é a mais alta para abril desde 1996; alta em 12 meses é de 12,13%

Puxada pela alta dos preços dos alimentos, bebidas e transportes, a inflação oficial do Brasil, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou em 1,06% em abril, a maior variação para um mês de abril desde 1996 (1,26%). A alta acumulada este ano é de 4,29% e a dos últimos 12 meses – de abril do ano passado a abril deste ano – é de 12,13%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Brasil e Turquia registram taxas de 2 dígitos em inflação, desemprego e juros

Brasil e Turquia registram taxas de 2 dígitos em inflação, desemprego e juros

Entre as grandes economias do mundo, só o Brasil e a Turquia, comandados pelos presidentes de extrema direita Jair Bolsonaro (PL) e Recep Tayyip Erdogan, do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), respectivamente, registram taxas de dois dígitos nos três índices que mais impactam a renda e o consumo e travam o aquecimento da economia: 1) inflação, 2) juros e, 3) desemprego. No Brasil, as taxas são as mais elevadas desde o golpe de 2016, que destituiu a presidenta Dilma Rousseff e jogou o país rumo a recessão.

Inflação comeu um terço dos salários no pós golpe. Preços dobraram de 2020 a 2022

Inflação comeu um terço dos salários no pós golpe. Preços dobraram de 2020 a 2022

A inflação, que sobe desde meados de 2020, já corroeu um terço o poder de compra dos salários se considerado o período a partir de 2017, no pós impeachment. O INPC-IBGE (índice usado como referência nas negociações salariais) soma 32,5% de janeiro de 2017 a março deste ano. As estimativas são de que, pelo menos por enquanto, os preços continuem aumentando.

Taxa de juros tem a décima alta seguida, e Copom aponta cenário de incerteza e risco

Taxa de juros tem a décima alta seguida, e Copom aponta cenário de incerteza e risco

Conforme esperado pelo “mercado” e já sinalizado pela própria autoridade monetária, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou nesta quarta-feira (4) em um ponto percentual a taxa básica de juros, a Selic, agora em 12,75% ao ano. Foi a décima alta seguida. A decisão, novamente, foi unânime, mas foi anunciada mais tarde do que o habitual, às 19h12.

O retorno da carestia, que empobrece ainda mais o povo, volta à pauta no 1º de Maio

O retorno da carestia, que empobrece ainda mais o povo, volta à pauta no 1º de Maio

Carestia era expressão usada repetidamente entre os anos 1970 e 1980, principalmente nos movimentos que se organizavam, ainda na ditadura, para protestar contra o custo de vida. Nos últimos meses, voltou a ser ouvida, com a alta contínua da inflação, que parece não dar trégua. Ao mesmo tempo, o salário mínimo não tem mais aumentos reais, enquanto a renda média do trabalhador caiu. A volta da inflação de dois dígitos será um dos principais assuntos do 1º de Maio, no próximo domingo, junto com a defesa da democracia, a retomada de direitos e a preservação da vida.

Prévia da inflação de abril acelera para 1,73%, maior para o mês desde 1995

Prévia da inflação de abril acelera para 1,73%, maior para o mês desde 1995

No país da fome, da miséria, do desemprego e da informalidade, está cada vez mais difícil viver, mesmo para quem tem emprego, já que os salários sobem menos do que a inflação que dispara todo mês. A prévia da inflação de abril, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), acelerou para 1,73% e registrou a maior variação mensal desde fevereiro de 2003 (2,19%). O IPCA-15 acumula alta de 4,31% no ano (de janeiro a abril) e de 12,03% em 12 meses (de abril do ano passado a abril deste ano).

33 milhões de trabalhadores não ganham sequer o salário mínimo de R$ 1.212 por mês

33 milhões de trabalhadores não ganham sequer o salário mínimo de R$ 1.212 por mês

A renda média do brasileiro atingiu o menor nível da série histórica no final de 2021, terceiro ano do governo de Jair Bolsonaro (PL), segundo levantamento da LCA Consultores, realizado com base nos indicadores trimestrais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Depois de aumento de 11% nos remédios, planos de saúde podem subir até 18%

Depois de aumento de 11% nos remédios, planos de saúde podem subir até 18%

O setor dos planos de saúde prevê aumento entre 15% e 18,2% nos preços dos planos individuais a partir de maio. O valor será definido nas próximas semanas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Assim, será o maior aumento nas duas últimas duas décadas. O anúncio vem poucos dias depois de o governo ter autorizado, na sexta (1º), aumento de até 10,8% no preço dos medicamentos. Desse modo, a inflação nos próximos meses pode ter mais um fator de pressão, como é o caso dos combustíveis.

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