Prévia da inflação de setembro é a maior para o mês desde 1994

Prévia da inflação de setembro é a maior para o mês desde 1994

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), uma prévia da inflação oficial, subiu 1,14% em setembro, o maior desde fevereiro de 2016 (1,42%) e também o maior para um mês de setembro desde 1994, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (24).

Inflação dos mais pobres passa de 10%, segundo o Ipea

Inflação dos mais pobres passa de 10%, segundo o Ipea

A inflação passa de 10% entre as famílias brasileiras de baixa renda e o grupo alimentação foi o que mais contribuiu para para apertar o orçamento em agosto. Já entre os que ganham mais, os maiores impactos vieram do grupo de transportes, como passagens de avião e combustíveis. Os dados são de estudo mensal do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quarta-feira (15).

Entenda por que Bolsonaro e Temer são os culpados pela alta dos combustíveis

Entenda por que Bolsonaro e Temer são os culpados pela alta dos combustíveis

Uma mulher ao abastecer o carro notou que o gerente de um posto de combustíveis de Vilha Velha (ES) reajustava o valor do litro da gasolina no exato momento em que ela estava enchendo o tanque. A consumidora teve de pagar R$ 6,17 pelo litro da gasolina e não R$ 6,07, preço que havia sido informada minutos antes. O caso ocorreu no último dia 8, quando motoristas correram aos postos com medo de desabastecimento por causa do bloqueio de caminhões nas estradas federais no estado.

Com disparada de preços, salário mínimo ideal é 5 vezes maior do que o atual

Com disparada de preços, salário mínimo ideal é 5 vezes maior do que o atual

A disparada da inflação, que atingiu 9,68% em agosto, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatisca (IBGE), divulgados nesta quinta-feira (9), corroeu o poder de compra dos brasileiros, em especial dos mais pobres que ganham um salário mínimo, hoje de R$ 1.100.

Sem política econômica, 26% dos brasileiros ficam desempregados 2 anos ou mais

Sem política econômica, 26% dos brasileiros ficam desempregados 2 anos ou mais

Cerca de 6 milhões de trabalhadores e trabalhadoras perderam o emprego no Brasil há mais de um ano. Destes, 3,8 milhões já estão sem trabalho há mais de dois anos. O total de trabalhadores em busca de colocação há mais de um ano subiu de 6,7% para 15,1%. E o total daqueles que buscam há mais de dois anos subiu de 23,9% para 26,1%. Ou seja, quanto mais tempo o trabalhador fica desempregado, menor é a chance de recolocação no mercado de trabalho.

Com queda na agropecuária, PIB recua 0,1% no segundo trimestre do ano

Com queda na agropecuária, PIB recua 0,1% no segundo trimestre do ano

O Produto Interno Bruto (PIB) variou -0,1% na comparação do segundo trimestre de 2021 em relação ao primeiro trimestre de 2021, na série com ajuste sazonal, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1º) pelo IBGE. A maior queda foi da Agropecuária (-2,8%), seguida pela Indústria (-0,2%). Por outro lado, o setor de Serviços cresceu 0,7%.

Desemprego atinge 14,4 milhões. Trabalho precário cresce. Renda cai

Desemprego atinge 14,4 milhões. Trabalho precário cresce. Renda cai

A taxa de desemprego ficou em 14,1% no segundo trimestre de 2021. Apesar da leve queda (de 0,6 ponto percentual) em relação ao trimestre anterior, o índice subiu 0,8 ponto sobre o mesmo período em 2020. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, a Pnad contínua, divulgada nesta terça-feira (31) pelo IBGE, estima em 14,4 milhões os brasileiros desempregados. Segundo o instituto, o país fechou o período de abril a junho com taxa média de ocupação de 49,6%. Portanto, menos da metade da população em idade para trabalhar tem uma ocupação atualmente.

Entenda o que é bandeira vermelha e por que sua conta de luz vai subir

Entenda o que é bandeira vermelha e por que sua conta de luz vai subir

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve reajustar a bandeira tarifária da conta de luz entre 50% e 58%, a partir de setembro. Com isso , a bandeira vermelha patamar 2 deve passar de R$ 9,49 para um valor entre R$ 14 e R$ 15 a cada 100 quilowatts consumido. A decisão deverá ser anunciada oficialmente até esta terça-feira (31).

Ao contrário do que diz Guedes, alta da energia elétrica vai durar anos

Ao contrário do que diz Guedes, alta da energia elétrica vai durar anos

Durante lançamento da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, em Brasília, nesta quarta-feira (25), o ministro da Economia, Paulo Guedes, fez pouco caso em relação aos sucessivos reajustes nas contas de luz. “Qual o problema de a energia ficar um pouco mais cara, porque choveu menos?”, declarou ministro.

Disparada dos preços dos alimentos aprofunda a fome no Brasil

Disparada dos preços dos alimentos aprofunda a fome no Brasil

“Desesperador, minha pressão já fica alta, dá vontade de desmaiar na boca do caixa, porque o dinheiro não dá para nada”, desabafa a manicure do Rio de Janeiro, Vanessa dos Santos. E ela não está sozinha. Dos 211 milhões de brasileiros, milhares estão passando pelo mesmo desespero desde que a inflação começou a disparar e transformar a cesta básica em artigo de luxo para muitos.

Dinheiro curto: famílias atrasam contas e têm dificuldade para bancar despesas

Dinheiro curto: famílias atrasam contas e têm dificuldade para bancar despesas

Quase metade da população precisou atrasar o pagamento de alguma conta devido a dificuldades financeiras. E mais de 70% dos brasileiros viviam em famílias com alguma, ou muita, dificuldade de manter em dia suas despesas mensais. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (19) pelo IBGE, são da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018, que traz levantamento específico sobre despesas.

Inflação é 30% maior para os mais pobres, aponta Ipea

Inflação é 30% maior para os mais pobres, aponta Ipea

Dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na última sexta-feira (13) apontam elevação disseminada dos preços em diversos setores. No entanto, o Indicador de Inflação por Faixa de Renda do instituto revela que o aumento da inflação tem tido impacto ainda maior sobre as famílias mais pobres. Para famílias com renda mensal superior a R$ 16.500, o indicador registrou aumento de preços de 7,11% nos últimos 12 meses. Contudo, para aqueles que ganham abaixo de R$ 1.650 por mês, esse índice ficou em 10,05%, diferença de quase 30%.

Com inflação persistente, Copom faz nova alta e leva taxa de juros ao nível de 2019

Com inflação persistente, Copom faz nova alta e leva taxa de juros ao nível de 2019

A taxa básica de juros, a Selic, foi elevada pela quarta vez consecutiva, em decisão unânime do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (4). O aumento foi expressivo, de 1 ponto percentual. Agora, a taxa chegou a 5,25% ao ano, voltando ao nível de dois anos atrás.

 

Combustíveis aumentam e governo reduz impostos de produtoras de petróleo

Combustíveis aumentam e governo reduz impostos de produtoras de petróleo

Os altos preços praticados nos postos de combustíveis são exatamente o oposto do que Jair Bolsonaro (ex-PSL) prometeu aos brasileiros e, especialmente aos caminhoneiros, uma de suas bases de apoio. Ao trocar Roberto Castello Branco pelo general Joaquim Silva e Luna no comando da Petrobras, o presidente disse que não toleraria os reajustes quinzenais praticados à época. Mas, a troca não trouxe nenhum efeito prático, apenas revelou mais uma vez que o que Bolsoanro promete, não se cumpre.

Governo acaba de vez com política de valorização do salário mínimo

Governo acaba de vez com política de valorização do salário mínimo

A proposta do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL) para o salário mínimo dos próximos três anos acaba de vez com a política de valorização do piso nacional, construída no início da década passada após mobilização das centrais sindicais, em um série de marchas para Brasília. Neste 2021, o piso nacional já ficou abaixo da inflação, com reajuste de 5,26%, para R$ 1.100, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior foi de 5,45%.

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