Dieese lança especial sobre as mulheres no mercado de trabalho
A inserção das mulheres no mercado de trabalho é assunto do especial lançado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Diesse), na última semana.
A inserção das mulheres no mercado de trabalho é assunto do especial lançado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Diesse), na última semana.
Todos os anos, divulga-se a história de que o Dia Internacional da Mulher surgiu em homenagem a 129 operárias estadunidenses de uma fábrica têxtil que morreram carbonizadas, vítimas de um incêndio intencional no dia 8 de março de 1957, em Nova York. Segundo a versão que circula no senso comum, o crime teria ocorrido em retaliação a uma série de greves das trabalhadoras. Embora essa seja a narrativa mais conhecida sobre a origem da data comemorativa, ela não é verdadeira.
As mais prejudicadas com a perda do trabalho durante a pandemia são as mulheres tanto no Brasil como nos demais países. Globalmente, as perdas de emprego das mulheres situam-se nos 5% contra 3,9% dos homens, aponta relatório “Monitor OIT: Covid-19 e o mundo do trabalho”, da Organização Mundial do Trabalho.
Um relatório elaborado pela Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), braço da Organização das Nações Unidas (ONU), mostra que as mulheres trabalhadoras sofreram mais as consequências da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O estudo aponta que as condições de trabalho e os direitos delas sofreram um retrocesso de dez anos, desde o início da crise sanitária, em fevereiro do ano passado.
A perda de emprego atingiu 114 milhões de pessoas ao redor do mundo. Deste total 71% (81 milhões) estão na inatividade e não no desemprego, o que significa que as pessoas deixaram o mercado de trabalho por que não conseguiam trabalhar, ou simplesmente pararam de procurar uma vaga, por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
A CUT, por meio de sua Secretaria de Mulheres, vem a público repudiar a ação da justiça de Santa Catarina no caso do estupro de Mariana Ferrer. O Brasil tem se tornado em um dos piores países para mulheres e meninas. A cada 11 minutos uma mulher sofre estupro, 30% das vítimas são menores de 13 anos de idade.
Nesta sexta-feira (7), completam-se 14 anos desde que foi instituída a Lei Maria da Penha sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com a pandemia da covid-19, as denúncias de violência contra as mulheres – recebidas pelo número 180 – cresceram significativamente desde março, segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.
Preocupadas com as informações sobre o aumento de violência contra as mulheres durante a pandemia do novo coronavírus na China, na Itália, na França e agora no Brasil, as organizações Think Olga e Think Eva produziram um relatório sobre os principais impactos da crise gerada pela Covid-19 na vida das mulheres com objetivo de fortalecer a pauta de gênero, disseminar soluções já existentes e orientar novas políticas para preservar os direitos das mulheres.
O Sindicato dos Metalúrgicos de Venâncio Aires realizou o 2º Encontro Bate Papo de Mulher no último dia 7 de março. Dezenas de trabalhadoras metalúrgicas participaram da atividade alusiva ao Dia Internacional da Mulher.
O Sindicato dos Metalúrgicos de Venâncio Aires realizou o 2º Encontro Bate Papo de Mulher no último dia 7 de março. Dezenas de trabalhadoras metalúrgicas participaram da atividade alusiva ao Dia Internacional da Mulher.
As mulheres metalúrgicas da CUT-RS realizam durante toda essa semana, de 9 a 13 de março, um mutirão de panfleteação nas empresas de diversas regiões do estado. A atividade integra a jornada de lutas alusivas ao Dia Internacional da Mulher.
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) analisou 75 países, que representam 80% da população global, e concluiu que nove a cada dez pessoas, inclusive mulheres, têm preconceito de gênero. Estes preconceitos incluem que os homens são melhores políticos e líderes de negócios; que ir à universidade é mais importante para os homens; ou que deveriam ter um tratamento preferencial em mercados de trabalho competitivos.
A jornada de luta para celebrar o 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, não terminou neste domingo em Porto Alegre e vai continuar nesta segunda-feira (9). A partir das 17h, começa a concentração no Largo Glênio Peres para a Marcha das Mulheres, que está sendo organizada pelos movimentos de mulheres, com o apoio da CUT, centrais sindicais e movimentos sociais.
“Tudo que peço a nossos irmãos é que tirem os pés do nosso pescoço e nos deixem andar". A frase da ativista pelos direitos das mulheres, Sarah Moore Grimké, que viveu no século XIX não perde a atualidade. Mais de 200 anos depois, a sentença descreve com precisão quase cirúrgica qual é o maior empecilho enfrentado na busca pela igualdade.
Dezenas de mulheres metalúrgicas de todas as regiões do estado participaram do seminário estadual do Coletivo das Mulheres da Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos do RS (FTM-RS), realizado ontem (4), na sede da entidade. Com a coordenação da educadora popular e militante do MTD, Lurdes Santin, o encontro inicia uma série de seminários formativos com as mulheres, que irá trabalhar com a cartilha “Resistir na luta ousar na organização”.