CNM/CUT debate mobilização pelo fim da escala 6x1 e agenda da classe trabalhadora

CNM/CUT debate mobilização pelo fim da escala 6x1 e agenda da classe trabalhadora

A Executiva da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT) se reuniu na manhã desta terça-feira (10) para discutir mobilizações e prioridades do movimento sindical para os próximos meses. Entre os temas centrais do encontro estiveram a organização do Dia Nacional de Mobilização pelo fim da escala 6x1 e pela redução da jornada de trabalho sem redução de salário, marcado para 20 de março, além do combate à violência contra as mulheres e da agenda política da categoria.

"A redução da jornada de trabalho é plenamente sustentável", diz Luiz Marinho

"A redução da jornada de trabalho é plenamente sustentável", diz Luiz Marinho

O fim da escala 6×1 foi tema de debate na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (10). Na ocasião, o colegiado convidou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, que defendeu a redução da jornada de trabalho e disse que a proposta é “plenamente sustentável” do ponto de vista econômico.

CNM/CUT mobiliza em Brasília pelo fim da escala 6x1 sem redução de salários

CNM/CUT mobiliza em Brasília pelo fim da escala 6x1 sem redução de salários

Na terça (24) e quarta-feira (25), a Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT) realizou uma mobilização em Brasília (DF) para dialogar com parlamentares e ministros sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada sem redução de salários. A FTM-RS participou ativamente da mobilização, que reuniu outras federações e delegações dos estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, além do Rio Grande do Sul, reforçando a articulação nacional em defesa da pauta e ampliando a incidência política da entidade no Congresso Nacional.

Metalúrgicos do RS avaliam luta em Brasília pela redução da jornada de trabalho e fim da escala 6×1

Metalúrgicos do RS avaliam luta em Brasília pela redução da jornada de trabalho e fim da escala 6×1

Após dois dias intensos de mobilização pela redução da jornada de trabalho sem redução de salário e o fim da escala 6×1, chegou ao fim a força tarefa da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT). A agenda aconteceu em Brasília, nos dias 24 e 25 deste mês e reúne metalúrgicos de diversas as regiões do Brasil. Entre os compromissos, reuniões com representantes do governo federal, encontros com parlamentares e entrega de documentos defendendo o emprego de qualidade e uma jornada digna para a classe trabalhadora. 

Metalúrgicos intensificam mobilização pela redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x1

Metalúrgicos intensificam mobilização pela redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x1

A força tarefa da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), pela redução da jornada de trabalho sem redução de salário e o fim da escala 6x1, em Brasília, está a todo vapor. A mobilização iniciou ontem (24) e segue intensa nesta quarta-feira (25) e reúne metalúrgicos de todas as regiões do Brasil. 

FTM-RS participa de força tarefa da CNM/CUT, em Brasília, pela redução da jornada de trabalho

FTM-RS participa de força tarefa da CNM/CUT, em Brasília, pela redução da jornada de trabalho

Os metalúrgicos gaúchos da CUT-RS estarão representados na força tarefa da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), pela redução da jornada de trabalho sem redução de salário e o fim da escala 6x1. A mobilização acontece em Brasília amanhã (24) e nesta quarta-feira (25). A Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos do RS (FTM-RS) e toda a categoria está representada pelo vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Santa Rosa e Região, Eufracio Silmar Popperl e pelo diretor do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Charqueadas, Márcio Ubirajara Caldeira Rosa. 

Ipea diz que mercado de trabalho pode absorver fim da escala 6x1

Ipea diz que mercado de trabalho pode absorver fim da escala 6x1

Os custos de uma eventual redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais seriam similares aos impactos observados em reajustes históricos do salário mínimo no Brasil, o que indica uma capacidade de absorção da medida pelo mercado de trabalho. 

Centrais sindicais defendem redução de jornada para 40 horas e escala 5×2

Centrais sindicais defendem redução de jornada para 40 horas e escala 5×2

As centrais sindicais, unidas, expressaram em nota, nesta terça-feira (10), a defesa da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais com escala 5×2  - o fim da escala 6×1. No documento, as entidades reafirmam que “a redução da jornada de trabalho é uma bandeira histórica do movimento sindical”, destacam que a proposta chegou ao Congresso Nacional graças à mobilização sindical e defendem que a medida representa “um passo necessário” para ampliar a empregabilidade, elevar a produtividade e promover o desenvolvimento social.

Câmara começa a tramitar PEC que põe fim à escala 6x1

Câmara começa a tramitar PEC que põe fim à escala 6x1

O fim da escala de trabalho 6x1 começou a tramitar oficialmente na Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), informou nesta segunda-feira (9), em Brasília, que encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a proposta de Emenda à Constituição que altera a jornada de trabalho no país.

Fim da escala 6x1 deve aumentar produtividade, diz Boulos

Fim da escala 6x1 deve aumentar produtividade, diz Boulos

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou, nesta quarta-feira (21), que o fim da escala de seis dias de trabalho por um de folga (6x1) no Brasil deve levar ao aumento da produtividade da economia do país. Em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, do Canal Gov, ele defendeu a redução de jornada para os trabalhadores e deu exemplos de empresas que já adotaram novos regimes de trabalho.

Saiba o que é preciso para a redução de jornada e o fim da 6X1 passarem a valer

Saiba o que é preciso para a redução de jornada e o fim da 6X1 passarem a valer

Bandeira da CUT, e das demais centrais sindicais, a redução de jornada de trabalho sem redução salarial tem o apoio do presidente Lula, mas a maioria dos deputados federais, principalmente da oposição, é contrária à proposta. Uma discrepância em relação à opinião de 71% da população brasileira que é favorável ao fim da escala 6 por 1.

Senado avança em PEC que reduz jornada de trabalho para 36 horas semanais

Senado avança em PEC que reduz jornada de trabalho para 36 horas semanais

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), uma proposta de emenda à Constituição que diminui a jornada máxima de trabalho no país para 36 horas semanais, substituindo o limite atual de 44 horas por semana. O avanço da matéria ocorre após uma década parada na Casa e ganhou força com mobilizações populares, que já reuniram mais de 1,5 milhão de assinaturas.

Comissão adia votação da PEC que reduz jornada para 40h e mantém 6x1

Comissão adia votação da PEC que reduz jornada para 40h e mantém 6x1

A subcomissão especial da Câmara dos Deputados da escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6x1) adiou a votação do relatório, nesta quarta-feira (3), após pedido de vista coletiva. Apesar de manter a escala 6x1, o texto apresentado propõe a redução da jornada de trabalho no Brasil das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução de salário.

Ministro do Trabalho defende revisão da escala 6x1 e redução da jornada

Ministro do Trabalho defende revisão da escala 6x1 e redução da jornada

Luta da CUT e das demais centrais sindicais o fim da escala 6x1, em que o trabalhador tem apenas um dia de descanso, e a redução da jornada de trabalho sem redução salarial começam a ser debatidas no Congresso Nacional. Estudos mostram que a medida vai ajudar a abrir mais vagas de emprego. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revelou que é possível que sejam abertas cerca de 2, 5 milhões de novas vagas.

Plebiscito Popular encerra votação com 2,1 milhões de votos em todo o país

Plebiscito Popular encerra votação com 2,1 milhões de votos em todo o país

O Plebiscito Popular Por um Brasil mais Justo e Soberano encerrou sua votação em 12 de outubro, consolidando-se como um marco de mobilização social e política no país. A campanha, que se estendeu por 103 dias, terminou com 2.118.419 votos, com urnas montadas em todo o território nacional e participação pela Internet.

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