Dilma chama centrais para lançar sistema de proteção ao emprego
Programa, que será anunciado em forma de medida provisória, foi inspirado em sugestões de sindicalistas e do Dieese. Objetivo é usá-lo em situações comprovadas de crise
Programa, que será anunciado em forma de medida provisória, foi inspirado em sugestões de sindicalistas e do Dieese. Objetivo é usá-lo em situações comprovadas de crise
Previsão orçamentária é de R$ 52 bilhões destinados para 31,3 milhões de trabalhadores
Acordo foi assinado ontem (2) na sede da Petrobras. Presidente da CNM/CUT lembra que empregos no setor precisam ser defendidos, assim como a estatal e a soberania energética brasileira.
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC lembra que na crise da Alemanha em 2011 e 2012 as remessas de lucros que saíram do Brasil ajudaram a matriz a não ter problemas de emprego
Em entrevista à Rádio Brasil Atual, o presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT, Paulo Cayres, explicou a proposta do Programa de Proteção ao Emprego (PPE).
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), voltou a criticar nesta terça-feira (19) o projeto de lei da terceirização, aprovado na Câmara como PL 4.330, agora nomeado PLC 30/2015. “Precisamos trabalhar a regulamentação dos trabalhadores existentes. Tenho dito que da forma em que o projeto está, ele regula a terceirização de maneira geral, estabelece uma espécie de vale tudo”, disse Renan, em sessão temática sobre terceirização no plenário.
Segundo a organização, o modelo tradicional (com salário, empregador e jornada completa) é 'cada vez menos representativo do mundo do trabalho atual'
Presidente da Central critica deputado do PMDB por distribuição de senhas no Congresso como forma de inibir mobilização dos trabalhadores
Dirigentes da CUT-RS e de sindicatos filiados à Central realizaram uma vigília no Aeroporto Internacional Salgado Filho, na manhã desta terça-feira, 12, contra as Medidas Provisórias 664 e 665 e a terceirização. A atividade que iniciou por volta das 5h e tinha como objetivo pressionar os deputados gaúchos que embarcam para Brasília nos voos da manhã.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse ontem (4) que o ajuste fiscal deverá ser feito sem retirar direitos trabalhistas. De acordo com ele, as medidas propostas pelo governo, como as medidas provisórias 664 e 665, que alteram as regras de acesso ao seguro-desemprego e ao seguro defeso, “não retiram nenhum direito do trabalhador”.
Vá direto ao site do Legislativo e participe. Reprovação ao projeto está na dianteira
O governo aceitou recuar novamente em pontos do seu ajuste fiscal em tramitação no Congresso e, com isso, deve abrir mão de mais R$ 1 bilhão para ter as medidas aprovadas por deputados e senadores.
O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que o governo já admite reduzir, de seis para três meses, o tempo mínimo de emprego para que o trabalhador que ganha até dois salários mínimos possa receber o abono salarial.
Presidente nacional da CUT, Vagner Freitas aponta que data será primeiro passo para construir bloco de esquerda