CNM/CUT apresenta alternativas ao desemprego entre metalúrgicos
Em entrevista à Rádio Brasil Atual, o presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT, Paulo Cayres, explicou a proposta do Programa de Proteção ao Emprego (PPE).
Em entrevista à Rádio Brasil Atual, o presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT, Paulo Cayres, explicou a proposta do Programa de Proteção ao Emprego (PPE).
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), voltou a criticar nesta terça-feira (19) o projeto de lei da terceirização, aprovado na Câmara como PL 4.330, agora nomeado PLC 30/2015. “Precisamos trabalhar a regulamentação dos trabalhadores existentes. Tenho dito que da forma em que o projeto está, ele regula a terceirização de maneira geral, estabelece uma espécie de vale tudo”, disse Renan, em sessão temática sobre terceirização no plenário.
Segundo a organização, o modelo tradicional (com salário, empregador e jornada completa) é 'cada vez menos representativo do mundo do trabalho atual'
Presidente da Central critica deputado do PMDB por distribuição de senhas no Congresso como forma de inibir mobilização dos trabalhadores
Dirigentes da CUT-RS e de sindicatos filiados à Central realizaram uma vigília no Aeroporto Internacional Salgado Filho, na manhã desta terça-feira, 12, contra as Medidas Provisórias 664 e 665 e a terceirização. A atividade que iniciou por volta das 5h e tinha como objetivo pressionar os deputados gaúchos que embarcam para Brasília nos voos da manhã.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse ontem (4) que o ajuste fiscal deverá ser feito sem retirar direitos trabalhistas. De acordo com ele, as medidas propostas pelo governo, como as medidas provisórias 664 e 665, que alteram as regras de acesso ao seguro-desemprego e ao seguro defeso, “não retiram nenhum direito do trabalhador”.
Vá direto ao site do Legislativo e participe. Reprovação ao projeto está na dianteira
O governo aceitou recuar novamente em pontos do seu ajuste fiscal em tramitação no Congresso e, com isso, deve abrir mão de mais R$ 1 bilhão para ter as medidas aprovadas por deputados e senadores.
O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que o governo já admite reduzir, de seis para três meses, o tempo mínimo de emprego para que o trabalhador que ganha até dois salários mínimos possa receber o abono salarial.
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Sessão desta quarta-feira vai apreciar as propostas de mudança no projeto de lei
Declaração foi dada no 9º Congresso Nacional dos Metalúrgicos da CUT
Com uma mudança de postura do PSDB, a Câmara dos Deputados aprovou ontem, por 360 votos a favor e 47 contrários, emenda do partido para excluir as empresas públicas e sociedades de economia mista do projeto de lei (PL) 4.330/04, que regulamenta e permite a terceirização de todos os setores de uma empresa.
Presidente do TST diz que enquanto não for sancionada lei, tribunal continuará aplicando súmula que impede terceirização na atividade-fim. Juízes e procuradores mostram pontos perigosos na matéria